História Partidária

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História Partidária

Mensagem  Juca Caboclo em Ter Abr 19, 2011 10:19 am

Ideologia Partidária

A USB é, antes de tudo, um partido “laico”. Nas esquerdas, entende-se por “partidos laicos” aqueles que defendem um projeto progressista sem ser ideologicamente atrelados a uma visão exclusivamente marxista. Ainda que ostentemos a foice e o martelo, é mister salientar que não somos um partido leninista, mas, antes, uma frente ampla onde várias linhas de pensamento comungam um ideal: democratizar os mecanismos decisórios no eBrasil, pugnar por uma política tributária mais justa, que não penalize os trabalhadores e o empresariado nacional e que seja uma alavanca para o crescimento econômico do país.

Entendemos que é possível pensar o eBrasil em outros parâmetros, que é possível criar novas formas de gestão da coisa pública e que todo poder emana do povo, a quem representamos nesse nosso sistema representativo. obrazek Não defendemos, ou pelo menos a maioria do partido não defende, nenhum tipo de autoritarismo ou totalitarismo, venha de onde vier. Defendemos, isso sim, que os ecidadãos possam ter uma ampla gama de propostas e visões de mundo e que possam, democraticamente decidir entre elas. Entendemos que uma eleição onde não há efetiva diversidade de idéias, onde as variadas correntes de pensamento não estejam presentes é, antes de tudo, um engodo.

Não acreditamos em personalismos. Acreditamos que o caminho para a democracia e para o crescimento está no fortalecimento das instituições políticas. Sem partidos fortes, com clara definição de seu instrumental teórico e de seus modelos analíticos, caminhamos para uma política “menor”. Estaremos de volta à República Velha, onde um grupo manda, outro obedece e todos os conchavos são criados e estimulados para manter essa situação de dominação. Isso não é democracia, mas arremedo de democracia. Por isso dizemos: entre para a USB e faça a diferença. Essa é a diferença que tanto falamos...

Entendemos que a USB pode contribuir e muito para a construção de um novo paradigma político no eBrasil. Aqui, não precisamos, usando um exemplo do “mundo real”, de uma revolução socialista mas de uma revolução política que instaure um novo ethos político e que seja o túmulo das oligarquias, sejam elas econômicas, militares ou do que seja. Os partidos não podem ter sempre a mesma cara, não podem ser sempre a mesma coisa. Quando isso acontece, algo está errado. E a democracia, soterrada.

Fundação

É considerado como marco oficial da fundação da USB a assinatura da Carta de São Paulo, em 19 de março de 2008, no encerramento "I Congresso Internacional Trabalhista" realizado na cidade de São Paulo (Sudeste), Brasil. Este evento foi realizado pelos dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores com o objetivo de organizar o movimento operário no Brasil.

Após a ‘libertação’ da política nacional do domínio estrangeiro, o quadro político brasileiro entra em um momento de estabilização. O Partido Jovem Brasileiro (PJB) que até então dominava o quadro político nacional como única alternativa, havia rachado em disputas internas e os dissidentes decidiram fundado o CJB (Comando Jovem Brasileiro).

Apesar das disputas de âmbito partidário, na prática ambos os partidos demonstravam grande afinidade ideológica e convergência de interesses.Tanto é que durante ambos os governos do CJB (na presidência de Ed) e do PJB (presidente Linkht) os quadros ministeriais foram absolutamente os mesmos.

Era um período de discurso único. Empresários dominavam o quadro político brasileiro e apresentavam ao povo políticas convenientes ao seu interesse.Durante o primeiro governo Ed, o então ministro da fazenda Brito, decidiu fazer uma política de encilhamento anexada ao tabelamento de salários. Ao mesmo tempo que o governo estimulava uma política baseada em emissões monetárias para investimentos industriais, tabelava os salários dos trabalhadores.

Estas medidas aliadas ao crescimento exponencial da população que já começava a pressionar a produção nacional causou a primeira crise econômica do Brasil: inflação, salários baixíssimos e produtos demasiadamente caros. O salário médio brasileiro era o mais baixo do mundo (0.5 brl), o que obrigava o cidadão a viver praticamente de seu patrimônio inicial cedido pelo governo(citizen fee), que já o havia reduzido duas vezes e naquele momento era menor pago no mundo (Caiu de 50 para 5 brl,o valor minimo permitido).

Isto permitia aos produtos brasileiros uma grande competitividade no comércio internacional. Porém, com o poder de compra do brasileiro achatado, os empresários que não tinham interesser de praticar aqui preços diferentes que vendiam lá fora. O alimento (de qualidade 1) no Brasil aquela altura custava três vezes mais do que o salário de um iniciante, em torno de 0,15.

Gerou-se então a maior crise alimentar que se tem notícia no Brasil. As soluções ditadas pela burguesia da época seguiram a lógica clientelista: os patrões passaram a doar presentes aos seus funcionários e assim mantinham a produção das suas industrias em níveis aceitáveis.

Esse quadro favoreceu muito alguns oligarcas. Para se ter uma idéia o próprio Brito, ministro da economia, tinha mais ouro em suas contas do que todo o país junto.Especulava-se que se tratava do homem mais rico do mundo na época. Dono de um conglomerado de fazer inveja à qualquer nação, os tentáculos de sua IBR estavam em todos os ramos da econômia e naquele momento já detinha o monopólio da produção de alimentos e de alguns outros setores vitais.

E é neste momento de insatisfação geral que surgem as condições propícias para a contestação do modelo vigente.
O ínicio do Movimento Sindicalista no Brasil

O Término

Entre os meses de março e abril, a USB contou com uma intensa atividade, contou com a volta de membros antigos e fundadores, como Lasorv e Tyrant. Porém em maio veio uma abrupta falta de atividade dos membros, sobrando apenas três membro ativos, Bardo, Booh e NSalv. Em julho a situação persistiu quando o Booh, autorizado pelo presidente Bardo, iniciou a negociação que originaria a URB. Booh representava a USB, SpellCat e Marconidas a UB e Gabriel Felippi o ePCB. Em julho o acordo foi completado quando Booh, presidente da USB e Gabriel Felippi presidente do ePCB, mudaram os nomes dos partidos para "Mudem-se para a URB", juntamente Mahdi Cleitus presidente da UB, alterou o nome da mesma para União Republicana Brasileira. URB foi a tentativa da esquerda brasileira sobreviver.

Recomeço

Em abril de 2011 estamos começando essa jornada...

Veja mais em http://wiki.erepublik.com/index.php/Uniao_Socialista_Brasileira/Portugues_Brasileiro


Última edição por Juca Caboclo em Ter Maio 10, 2011 12:50 am, editado 1 vez(es) (Razão : Atualização)
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